11 de dezembro de 2010

AS BEBEDEIRAS E SUAS CONSEQUÊNCIAS

Analisando as bebedeiras fico a pensar e refletir, que forma estranha de ser feliz, bebe sem a menor responsabilidade colocando em risco a sua vida a vida daqueles inocentes que por ventura venha cruzar o seu caminho.

Estava em uma festa e todos beberam muito, na mão esquerda a chave do carro e na direita o copo cheio a transbordar.

O triste da estória é que eles são os meus amigos e colegas de trabalho, parei e fiquei a observar, parecia anestesiados e só via em sua frente os copos cheios a transbordar, o tempo passando e mais tarde voltando para seus lares, sem a menor condição de dirigir e conduzir sua vida ao destino final.

Por sorte ou proteção divina, porque DEUS é misericordioso voltaram são e salvos dos graves acidentes de carros, não matou e nem morreu.

Até quando a sorte vai fluir? Se morrer sozinho tudo bem, mas se matar os inocentes que cruzam os seus caminhos? Ou deixar paralíticos em cadeiras de rodas ou mesmo vegetando em um leito de hospital? Deixo a interrogação, quem sabe se não serve para refletir.

A idéia que se tem é quem bebe vive e quem não bebe vegeta. Vem à pergunta desde quando beber álcool trás felicidade?

Ontem mais uma vez fiquei inquieta com estas atitudes sem sentido. Quer morrer ou quer matar? Claro matar em acidente de carros não é crime, é "acidente" acidente de que mesmo? De sua irresponsabilidade de encher a cara de álcool e colocar a vidas das pessoas em risco de morte?

Para ser feliz não precisa beber, álcool não trás felicidade!

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