24 de julho de 2011

Observando o mundo partir.

 Sinto-me só, como se mundo tivesse partido e esquecido de me levar, sei lá pegou o barco e se foi, ou então nadou mar a fora e eu fiquei olhando o barco partir, chegou o pôr-do-sol e a noite foi caindo deixando aquela tristeza característica do final de tarde.

Aquela solidão do final de domingo. São coisas que não da para explicar, talvez só passando por isso alguém possa compreender, não faz mal é bom deixa a gente meditar e pensar um pouco na vida.

As reflexões da alma, coisas tão intimas que às vezes até a própria alma não entende o que se passa.

Quero mesmo é esquecer passar a borracha e seguir em frente, olhar por outra janela, fechar esta e abrir outra com mais luz, esperança e amor, amor verdadeiro, amor maduro, coisa de gente grande, gente que sabe amar de verdade. 


Pular tudo, saltar grandes saltos iguais aqueles que os atletas pulam com as varas...

Olhar as flores, elas estão desabrochando assim igual os meus pensamentos.

Fico a imaginar tantas coisas, imaginar é bom faz a mente pensar e o coração desejar realizar... 

E quando o coração deseja acontece. Sei que vai acontecer grandes coisas na minha vida, sou merecedora do melhor da vida.

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