4 de fevereiro de 2011

Ah o Amor!

Este sentimento louco e alucinante que chega de surpresa e deixa o coração apaixonado e sem ação, pronto a se render aos encantos da pessoa amada.

Ah o amor! Só o amor sabe compreender um coração apaixonado, ele faz loucuras e não mede as conseqüências, quer apenas está perto e seduzir e ser seduzido.

O amor é assim igual ao vento, uma noite enluarada de lua cheia, uma brisa do mar na madrugada, como as ondas revoltas em dias de inverno, como sol brilhante do verão, como o céu azul da primavera, ou como uma noite estrela.

O amor não tem explicação, ninguém nunca viu o amor, apenas os mais privilegiados teve a coragem de sentir, abriu o coração e deixou-o entrar, muitos fecha a porta e lá permanece e morrem sozinhos na mais pura da solidão, o medo o apavora. Não quer sofrer, ou sentir como criança, tem vergonha de amar.

Ah o amor, só ele sabe cantar a canção de seduzir, só ele sabe chegar de mansinho e sem muito alarido, chega como quem não quer nada, igual um gato pisando de leve e observando o caminho.

Ah o amor! Às vezes doem como ferro na alma, mas é um balsamo para a vida.

Quando o amor se revela tudo muda de cor, o sorriso tem um novo brilho, o olhar centila o sangue corre nas veias com rio corre para o mar.

O amor é como a chuva molhando a terra seca nordestina tão sofrida e castigada pelo sol, fecha os olhos e imagina a chuva molhando a terra seca e logo a seguir as plantas brotando no solo, as flores e o verde segando o olhar. Assim é o amor quando chega para ficar, faz o mundo transformar.

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